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Inteligência Artificial

A Terceira Era da Computação e Tecnologia da Informação está em ascensão: a Era dos Sistemas Cognitivos, ela pode ser representada em uma grande parcela pela Inteligência Artificial (I.A.) e a sua respectiva disseminação na integração com tecnologias emergentes e disruptivas. A partir de estudos e pesquisas na área, comprovou-se que a I.A. possui potencial de assistir na solução dos maiores problemas contemporâneos da humanidade, como diagnósticos e curas de doenças, diminuição do impacto das mudanças climáticas, aumento da infraestrutura da cadeia global de suprimentos, entre outros. No entanto, a I.A. também possui seus aspectos negativos e riscos para a sociedade no âmbito geral, como ameaçar a privacidade e a segurança dos indivíduos, diminuir a necessidade da força de trabalho e aumentar a disseminação de fake news.

Figura 1 - Inteligência Artificial como segmento da Ciência da Computação.


A Inteligência Artificial abrange os mais diversos e variados temas que você possa imaginar, ela não é uma tendência em si, é um segmento de tecnologia da Ciência da Computação que pode ser aplicado em praticamente qualquer área do cotidiano.

Na sua essência a I.A. nada mais é do que um sistema que toma as próprias decisões de forma autônoma. Para isso, computadores são programados para executar ações que normalmente seriam executadas por seres humanos devido à inteligência necessária que é utilizada.


Normalmente, isso abrange aprender padrões estabelecidos, raciocinar, solucionar problemas, compreender linguagens, reconhecer e perceber situações e problemas.

Dessa forma, I.A. possui vastos campos de estudo que utilizam as próprias linguagens computacionais e suas respectivas confiabilidades consistem em redes modeladas no cérebro humano. Além disso, é um mercado global com crescimento previsto de 20% ao ano entre 2020 e 2024 e um crescimento econômico de cerca de 16 trilhões até o final da década, segundo o Instituto Future Today.


No blog iremos abordar algumas das aplicações da I.A., mas no post de hoje o tema é sobre Inteligência Emocional Artificial. Pesquisadores do Instituto Loving A.I. and Hanson Technologies estão ensinando os sentimentos humanos para as máquinas, como empatia, amor incondicional e escuta ativa.

Figura 2 - Pesquisadores ensinando sentimentos humanos para as máquinas.


O objetivo da pesquisa é que máquinas consigam expressar emoções humanas como tristeza, felicidade, amor e medo de forma convincente. Para efetivamente ensinar as emoções, realizou-se o treinamento das máquinas com modelos da Teoria da Mente, que refere-se à habilidade do ser humano e de primatas de imaginar o estado mental de outros seres.


Conclui-se que com o avanço dessa tecnologia terapias existentes com I.A. poderiam ser aprimoradas, como por exemplo o aplicativo WoeBot, utilizado para oferecer apoio emocional. Assim como outra possível aplicação seria a “humanização” da Alexa, Siri e outros assistentes digitais, de tal forma que interagindo com empatia poderiam se tornar integrantes das famílias. Todas essas possibilidades resultam na disseminação da tecnologia que poderia ser utilizada em escolas, hospitais e até em prisões, proporcionando apoio emocional dos robôs para os estudantes, pacientes e detentos.

Fonte: Future Today Institute. 2020 Tech Trends Report - 13º Edição. Disponível em: <https://futuretodayinstitute.com/2020-tech-trends/>. Acesso em: 18/06/2020.


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